04 outubro 2007

raquel fora de tempo

Veio fora de tempo, mas sempre linda, esta raquel. Está no canteiro dos corações de pé-alto e de um outro, que também está muito lindo.

Posted by Picasa

6 Comments:

Blogger Espaço do João said...

Foi para alegrar sua dona e seus visitantes. É muito bonita e veio dar mais animo. João.

4/10/07 22:00  
Anonymous rose said...

acho um encanto essa flor e a cor...

4/10/07 22:35  
Blogger Cris Bolbosa said...

Amiga, agora penso que já não há tempo certo para as flores. Cá por estes lados ando tudo assim, fora do tempo também. Já estou como tu dizes, é deixá-las estar.
A raquel que me enviaste está óptima. Talvez para o ano dê flor. O quem sabe ainda este ano?
É igual a essa?
Bjs
Cris

4/10/07 23:35  
Blogger anete joaquim said...

Minha querida cris, lamento informar-te de que já não sei de que cor será a que te enviei. Vais ter de esperar para ver.

rose
Estas são as mais vulgares, mas não há dúvida de que, apesar disso, são muito bonitas. Dão-se muito bem dentro de casa e há uma firma americana que vende destes bolbos para plantação em vasos. Aconselham a que se coloque o bolbo num vaso um pouco maior do que ele. Experimentei. A diferença que faz em relação à plantação no chão é a de que a haste dá mais alta e as folhas não se desenvolvem tanto. As minhas estão quase todas em terreno livre e expandem-se para todos os lados.

joão
Por acaso, é mesmo uma alegria ter a surpresa de ver uma flor aparecer assim de repente e você deve conhecer muito bem a sensação. É um receber de volta os cuidados que se lhes deu. Pode dizer-se que as flores são gratas.

5/10/07 11:16  
Blogger Espaço do João said...

Querida Mana.
Ainda à pouco tempo, ouvi no noticiário da SIC que havia um pricipado encravado na Madeira. Se calhar , sou um dos pretendentes ao trono pois sou descendente dos Gonçalves. Não sei se do Gonçalves Zarco se de algum escravo.hehehehe .

5/10/07 22:27  
Blogger anete joaquim said...

Isso é uma longa história!
Quanto à História do forte, o que diz a wikipédia é o seguinte (sic):

"História

[editar] Antecedentes
De acordo com a historiografia tradicional, foi no Oeste de uma extensa baía, onde existiam dois ilhéus, que João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira, descobridores da Madeira (1419), procuraram abrigo antes de desembarcar na ilha coberta por densa vegetação. Por essa razão, teriam desembarcado preliminarmente no menor dos ilhéus, onde ergueram um abrigo provisório, para esse fim tendo talhado na rocha alguns degraus, os quais teriam subsistido até aos nossos dias. Do mesmo modo, ainda pode ser observado, numa das extremidades da rocha, o triângulo destinado à amarração das suas embarcações. Alguns autores entendem, por essa razão, que este ilhéu constitui-se na mais antiga fortificação do arquipélago.

Com a colonização, o Funchal tornou-se o principal porto do arquipélago, movimentando as mercadorias essenciais à economia da ilha, como por exemplo o açúcar (séculos XV, XVI e XVII), o vinho (século XVIII) e, posteriormente, o carvão (séculos XIX e XX). Nesse contexto, a fortificação provisória deu lugar a outra, de caráter permanente, ampliada e reforçada ao longo dos séculos, complementando a defesa proporcionada pelo vizinho Forte de Nossa Senhora da Conceição.


[editar] O Forte de São José
Uma Provisão Régia, datada de 1776, determinou a ligação do ilhéu à ilha. Concluída, recebeu o nome do monarca que determinou a sua execução. A partir dessa ligação, o primitivo Forte de São José passou a chamar-se também Forte ou Bateria da Pontinha, por estar situado na extremidade do porto. Esta ligação é visitável em nossos dias pelo Caminho Real, um dos mais antigos da ilha, preservados.

No contexto da Guerra Peninsular, quando da ocupação da Madeira por tropas inglesas, entre 1801 e 1807, este forte serviu como quartel aos britânicos e, posteriormente, de cadeia. Existem gravuras de marinha, da época, com a bandeira inglesa hasteada no forte.

Em 1888 o governo decidiu prolongar o porto do Funchal até ao ilhéu grande, onde se ergue o Forte de Nossa Senhora da Conceição, passando o Forte de São José, no ilhéu menor, a segundo plano. Provavelmente à época dessas obras, foram para ali canalizados os esgotos da cidade, sendo ainda visíveis, no lado Oeste do ilhéu, os antigos tubos do sistema. Por essa razão, em gravuras antigas do forte, encontra-se a indicação de Loo Rocks, que pode ser traduzida livremente como rochas do banheiro (casa de banho em Portugal).

As dependências do forte foram arrendadas por seis anos, em contrato assinado a 7 de Março de 1889, à empresa Blandy Brother´s, para a instalação, em seu terrapleno, de um guindaste a vapor, para a carga e descarga de mercadorias no porto do Funchal. Os restos de seu maquinário, atualmente encontram-se no fundo do mar.


[editar] Do século XX aos nossos dias
Sem recursos, no início do século XX, em 1903, o governo colocou o Forte de São José à venda em hasta pública, para, com o dinheiro assim arrecadado, vir a concluir e recuperar, no ilhéu grande, o Forte de Nossa Senhora da Conceição. O Elucidário Madeirense refere: (...) por incúria dos madeirenses destruíram o Forte de São José para construir o Forte de Nossa Senhora da Conceição, deixando este forte completamente despedaçado e sem as suas paredes exteriores (...).

Posteriormente, a empresa Blandy Brother's cedeu o terrapleno do forte para a instalação, em 1966, de um anúncio luminoso rotativo da GAZCIDLA com a respectiva chama, o maior de seu tipo na Europa, à época.

Em fins da década de 1990 os seus proprietários colocaram o imóvel à venda em diversas imobiliárias, até que, em Outubro de 2000, o Forte de São José foi adquirido pelo Professor Renato Barros, que iniciou uma campanha para a pesquisa, recuperação, revalorização e requalificação do património representado pelo forte, inclusive a sua classificação pelas autoridades competentes, a nível municipal e nacional.

A pesquisa arqueológica encontra-se em progresso por uma equipe do Centro de Estudos de Arqueologia Moderna e Contemporânea (CEAM), coordenada pelo Arqueólogo Élvio de Sousa. Os trabalhos revestem-se de importância, por se tratar da primeira prospecção científica de um forte na ilha da Madeira, e estima-se que a investigação completa leve ainda cerca de cinco anos. Pela análise do material encontrado até ao momento – restos de cerâmicas e vidros, vestígios de uma oficina artesanal de botões de osso, contas de vértebras de peixe para colares, cachimbos, um cadinho para a fundição de balas, balas de metal e de pedra -, justifica-se a abertura de um núcleo museológico.

Também estão sendo feitos esforços para recuperar o mobiliário existente, bem como para recuperar informações de projetos do antigo forte. Já podem ser visitados, entretanto quatro compartimentos interiores, a chaminé natural e duas celas prisionais com 2 x 2 metros cada."


Podem ver ainda mais informações sobre as suas características na Wikipédia. Basta fazerem uma pesquisa por Forte de São José.

*******

Por outro lado, podem ver fotos e mais informação em

http://www.fortesaojose.com/index2.html

6/10/07 10:05  

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